-
Salve Jorge AmadoNesta quinta-feira, Jorge Amado completaria 94 anos de vida. Talvez por isso as homenagens ao autor, neste dia na Flip, pareçam ter um peso maior. Daqui a pouco, o legado deixado pelo escritor baiano será debatido por quem entende do assunto.
Alberto da Costa e Silva, poeta, ensaísta, membro da Academia Brasileira de Letras, é grande especialista em assuntos africanos. Eduardo de Assis Duarte é autor de "Jorge Amado: romance em tempo de utopia". Escritora e biógrafa, Myriam Fraga é diretora da Fundação Casa de Jorge Amado, em Salvador.
Enviado por Leticia Rio Branco
-
Um pernambucano com raízes na Bahia de AmadoAguinaldo Silva decidiu seguir a carreira de escritor após conhecer a obra de Jorge Amado. Pernambucano, o novelista de sucesso conta, em entrevista exclusiva ao EGO, como o escritor baiano definiu o destino do então jovem.
“Li três livros seguidos dele, a trilogia ‘No país do carnaval’, ‘Cacau’ e ‘Suor’. Foram os três primeiros do Jorge. Fiquei abismado com aquele escritor fantástico e que escrevia justamente como gostaria”.
Daí, Aguinaldo, que diz ter sido mesmo um “rapaz pretensioso que fez o primeiro romance, "Redenção para Jó", claramente influenciado na obra de Jorge, se jogou no mundo repleto de baianidade do romancista e adaptou para a televisão obras como “Tieta do agreste”, “Tenda dos milagres” e “Porto dos milagres”.
É verdade que decidiu ser escritor ao conhecer a obra de Jorge Amado?Sim. Já era escritor e brincava de escrever. Li de uma vez só a trilogia ‘No país do carnaval’, ‘Cacau’ e ‘Suor’. Foram os três primeiros livros dele. Queria ser o novo Jorge Amado e, quando li tudo isso, pensei: quero ser escritor. Tanto que no meu primeiro romance, “Redenção”, que escrevi aos 16 anos, me inspirei na obra dele. Só que, como sou pernambucano, o romance se passa no Recife, e não na Bahia de Amado. Ao mesmo tempo lia Jean Paul Sartre. Acabei fazendo uma mistura e minha literatura virou literatura regional e existencialista. Hoje em dia me divirto lendo as coisas que escrevia na época.
Como foi o primeiro encontro com o escritor baiano?Foi na casa de um poeta pernambucano. Ele estava curioso para me conhecer. É claro que o Jorge, malandro, percebeu que eu era totalmente influenciado por ele. Quando foi lançado meu primeiro livro no Rio conheci Vinícius de Moraes, Rubem Braga, Clarice Lispector. Todos esses escritores foram lá, mas nenhum causou a mesma emoção que o Jorge causou em mim. Ele era meu ídolo. Ele foi muito gentil, me deu conselhos sobre a vida literária. E eu, de tão emocionado, perdi metade do que ele disse. Jorge não tocou na nossa semelhança, mas disse que pelo meu primeiro livro me achava um escritor muito talentoso, mas que teria que se aplicar muito para chegar lá. Confesso que acabei não me aplicando muito não.
Como surgiu a idéia de colocar a obra de Amado na TV?Por ser jornalista policial na época, escrevia para o seriado “Plantão de Polícia”. Fiz a primeira minissérie da Rede Globo com o Doc Comparato, “Lampião e Maria Bonita”, mas tinha vontade de fazer uma adaptação do Jorge. Quando me pediram mais uma minissérie, depois de ter feito “Bandidos da falange” e “Padre Cícero”, falei: porque a gente não faz uma adaptação do Jorge Amado? Minha idéia inicial era “Mar morto”, mas o único texto disponível era “Tenda dos Milagres”, um livro do qual gostava muito. Foi ali que concluí que Jorge era o mais televisivo dos autores literários brasileiros.
Ao adaptar obras de Amado para a televisão, você se sente, de certa forma, um co-autor?A adaptação é uma abordagem nova de uma mesma obra. Não me sinto co-autor, porque mesmo quando alterei histórias ou tramas, sempre me baseei muito no trabalho dele. Eu me sinto muito mais homenageando esse autor, a quem admiro tanto. Em nenhum momento penso que melhorei a obra do Jorge.
Das adaptações que fez, qual foi a mais difícil? E a mais prazerosa? A mais difícil foi “Tenda dos milagres” porque é a história da resistência da cultura negra no Brasil. Foi difícil porque precisava deixar isso muito claro para o telespectador. Não dava para usar metáforas, além disso não havia uma tradição na feitura de minisséries no Brasil. E tinha um problema: naquela época, não tínhamos um elenco de atores negros tão forte como agora. Gostaria muito de refazer “Tenda”. O trabalho mais prazeroso foi a novela “Tieta”, porque foi a primeira novela das oito depois da censura. O livro é premonitório, é uma metáfora sobre a volta da liberdade de expressão ao Brasil depois da ditadura. A volta de Tieta à sua terra natal é isso. Foi um trabalho abençoado.
Jorge seria, então, um autor com bom aproveitamento televisivo?Sem dúvida, o autor brasileiro mais televisivo de todos. Em “Tieta”, a trama central é a volta dela à cidade a qual foi expulsa há 20 anos. Na história, várias subtramas se entrelaçam, os livros dele sempre rendem. Não acredito que ele foi um homem de uma cultura cinematográfica, de ver muitos filmes, mas a linguagem dele é muito visual.
Em algum momento Jorge reclamou de alguma novela sua?Não. Lembro que na época de “Tieta”, tive que tomar muita liberdade com o livro para escrever duzentos e tantos capítulos. Houve um certo mal-estar entre alguns amigos de Jorge. Eles achavam que ele tinha que intervir. Eles gravaram cenas e mandaram alguns capítulos para ele. Jorge viu e simplesmente ignorou.
Por que a obra de Jorge Amado se tornou tão popular?Nenhum autor brasileiro é tão brasileiro quanto o Jorge. Ele consegue ser muito popular, embora alguns livros dele, como “Gabriela”, sejam muito sofisticados. Ele consegue exprimir na literatura dele a alma brasileira.
O que acha das críticas à obra de Amado, de que seus livros são apelativos?Não concordo, os livros dele foram escritos num determinado contexto e essa afirmação era necessária porque vivíamos uma fase sem identidade. Agora também estamos assim, mas não temos nenhum Jorge Amado. Acho que certas coisas que parecem apelativas nos livros dele foram concessões que ele fez naquela época. Ele precisava fazer isso. Seus livros viraram best-sellers absolutos, é um sinal de que ele estava falando para o povo que queria.
Qual o seu livro preferido da obra de Jorge?É “Gabriela cravo e canela”. E gostaria de refazer na TV. Discordo dessa onda de remakes, mas já falei aqui de dois porque são obras do Jorge. Os autores são muito bem pagos pela Rede Globo para escreverem histórias. Quando fazem um remake estão sendo meio preguiçosos. A gente tem que contar histórias novas, esse é o nosso trabalho. E olha que sempre digo que não sou novelista, estou novelista. Na verdade sou jornalista e escritor. A novela tem uma contingência que posso deixar a qualquer momento porque não vai me fazer a menor falta.
O que achou da homenagem da Festa Literária Internacional de Parati ao escritor?Olha, me surpreendeu, porque a Flip é um evento que tem uma certa sofisticação, não se dirige às massas. Acho essa homenagem a ele muito positiva. Jorge se tornou um marco. Sei que ele vai ser redescoberto e as pessoas vão valorizar a obra dele e perceber que Jorge é, talvez, um dos cinco maiores autores brasileiros.
Enviado por Leticia Rio Branco
-
A vida mansa de quem mora em ParatiQuem vem passar alguns dias em Parati se apaixona, quem mora na cidade sente amor. Marco Conti e barqueiro leva a vida numa boa. Dono de uma traineira chamada Cleópatra, toda cor-de-rosa, ele passa os dias no mar, levando os turistas para passeios paradisíacos na baía de Parati.
Com 42 anos, Marco nasceu em Niterói, cresceu em Parati e se formou em economia numa faculdade paulistana, mas não agüentou a rotina pesada de trabalho de São Paulo.
Há doze anos voltou para a cidade colonial e comprou esse barco que ele auto-intitula “bote-boleiro”. Ele chega a tirar R$ sete mil em mês de alta temporada, cobra por volta de R$ 400 por um passeio de 5 horas. E por ano embolsa 42 mil reais.
Isso sem ter nenhum tipo de estresse, rotina, nem chefe na orelha. Não satisfeito, o barqueiro já deu entrevista para mais de sete revistas, entre elas, "NY Times" e "Cosmopolitan". No seu barco, presenças ilustres já pisarem nele, como Amyr Klink, o cônsul da Espanha e “algumas modelos”.
Sobre a FLIP Marco confessa:
“Como festa acho um grande evento, mas não é bom para o meu tipo de comércio. A agenda dura todo o dia e as pessoas acabam ficando por lá em vez de sair de barco”.
Sem ter do que reclamar, Marco confirma que fez a escolha certa.
“Aqui é o paraíso, é a fonte da juventude. Amo isso aqui e não largo por nada”.
Nada mal, hein?
Enviado por Adriana Sampaio
Fotos: Marcos Serra Lima
-
E na cabeceira do autor Gilberto Braga....Gilberto Braga é um leitor compulsivo. Quando não está criando suas mirabolantes novelas, ele gosta mesmo é de enfiar a cara num livro. Com exclusividade ao EGO, o autor de folhetins famosos como “Vale tudo” e “Celebridade”, disse quais são as obras que não saem de sua cabeceira.
Ah, ele não pôde vir à Flip porque está envolvido com sua próxima novela das oito, "Copacabana".
- “Memorial de Ayres”, do Machado de Assis, pela complexidade e charme.
- “O primo Basílio”, do Eça de Queiroz, pela observação de comportamento.
- “Feira das vaidades", do Thackeray, também pela observação de comportamento.
- "O casamento", do Nelson Rodrigues, porque Nelson é um gênio, meu grande ídolo das letras brasileiras, junto com Machado de Assis.
"À procura do tempo perdido", do Proust, pela profundidade, a compreensão absoluta do ser humano.
"Pai Goriot", do Balzac, também pela observação de comportamento, curto muito isso.
"Aeroporto", do Arthur Hailey, por prender minha atenção, me distrair.
Enviado por Leticia Rio Branco
-
Salve Iemanjá, salve BethâniaO show de abertura da FLIP foi um sucesso. Também pudera. Maria Bethânia cantou por duas horas e levou a platéia ao delírio. No setlist, hits como, ‘Formosa’, ‘Pode Vir Quente Que Eu Estou Fervendo’, ‘Olhos nos Olhos’. Isso tudo apenas no primeiro bloco.
Na segunda parte, Bethânia voltou com tudo: leu trechos de algumas obras de Jorge Amado e apresentou músicas inspiradas no trabalho do escritor baiano, o homenageado da FLIP deste ano.
A tenda na Praça da Matriz estava lotada.
Quem não conseguiu entrar ficou do lado de fora e curtiu do mesmo jeito.
Numa produção bem simples, Bethânia, que estava vestida toda de branco, citou por várias vezes o nome da rainha das águas Iemanjá e ainda pediu a benção de muitos os músicos e autores do Brasil.
Ás 11h20m o show ameaçou acabar, mas o público pediu tanto que a cantora voltou por mais duas vezes. E finalizou alegremente com a famosa música de Gonzaguinha, cujo refrão “Viver sem ter a vergonha de ser feliz…” levantou todos de suas cadeiras para arriscar o bom e velho samba no pé.
Após o show, Maria Bethânia recebeu amigos no camarim. Por lá ficou um bom tempo. Só bem depois a cantora apareceu, de jaqueta de couro vermelha, para os fãs que esperavam ansiosos por sua aparição.
"Nossa, você é uma deusa, é um sonho te ver assim tão de perto!", repetia uma cinqüentona.
"Sou nada, você que é. Tá lindona", rebatia a irmã de Caetano.
Ali mesmo, no meio da rua, ela posou para fotos, conversou e até revelou a idade para uma fã mais curiosa. Mais simpática, impossível.
"Tenho sessenta anos, acabei de completar", confessava a estrela da noite.
"Eu também, mas o que queria era saber sua idade mesmo".
Espertinha, a fã.
Não demorou muito para que a baiana se incomodasse com os flashes. Cercada pelos seguranças, a artista deu mais uns passos e seguiu para a pousada da Marquesa, onde está hospedada.
Bethânia deve ficar na cidade até a noite desta quinta-feira. Será que ela ficará trancafiada? Ou sairá para aproveitar a leve brisa de Parati? Isso, nós saberemos apenas mais tarde...
Enviado por Adriana Sampaio e Leticia Rio Branco
Fotos: Marcos Serra Lima
-
Bethânia faz passagem de som
Maria Bethânia está neste momento no palco principal da Matriz fazendo a passagem de som do show que acontecerá ás 9h30m da noite de hoje. Bia Lessa é a responsável pela direção do espetáculo.
Ela ainda não soltou muito a voz, por enquanto quem está se afinando são os instrumentos de percussão da banda.
Quase ninguém percebeu que Bethânia está no palco. O que é bom, pois a musa da noite pode com tranqüilidade se aquecer e arrebentar na abertura oficial da FLIP.
enviado por Adriana SampaioFoto: Marcos Serra Lima
-
Coletiva de imprensa a todo vapor A coletiva de imprensa da Flip já começou. Os jornalistas estão reunidos numa sala da pousada do Ouro, despejando muitas perguntas polêmicas em cima dos escritores. O primeiro a ser alvejado foi o mexicano David Toscana. Até sobre a possível crise de Cuba ele falou.
Depois, chegou a hora de Benjamin Zephaniah encarar a imprensa. Com seus dreads, ele assumiu ser rastafári e falou sobre a filosofia, que ficou conhecida pelo cantor de reggae Bob Marley.
"O equívoco mais comum é pensar que rastafári é uma religião".
-
A conhecedora da obra de Amado falaMyriam Fraga está hospedada na pousada da Marquesa. Na frente do local, a presidente da Fundação Casa de Jorge Amado ostentava um olhar perdido em direção à Praça da Matriz. Ou será que dali ela avistava o horizonte? É, ela pensava no escritor e grande homenageado da Flip, o baiano Jorge Amado.
Foi ali, naquele clima bucólico, que a poetisa e jornalista falou com exclusividade ao EGO. Leia abaixo a entrevista:
O que acha da homenagem feita pela Flip ao escritor Jorge Amado?Acho que essa homenagem veio numa hora muito bem-vinda. Ele foi um dos grandes autores brasileiros e uma lembrança assim é boa para que o público, até mesmo o infantil, tenha uma empatia maior com o trabalho dele. Assim, Amado ficará na memória, para sempre. Sem contar que a família está muito satisfeita. A viúva dele, Zélia Gattai, está muito emocionada com tudo isso. Pena ela não ter podido vir.
Por que a obra de Jorge Amado exerce um fascínio quase inexplicável?Não sei. Isso é engraçado. Acho que esse fascínio vem da forma como ele contou a Bahia. Ele trouxe essa imagem forte e viva, quase utópica do local. E seus personagens são muito corajosos. Ele, como autor, traz essa conscientização da realidade brasileira. A questão também da luta dele contra o racismo gera essa magia. Ele foi uma pessoa que acreditava na miscigenação como solução. Para Jorge, o racista sim era apático.
Qual o livro de que mais gosta de Amado?"Tenda dos milagres", com certeza. É um livro muito bem escrito e com personagens encantadores.
Jorge ainda é considerado um autor controverso. Por que tantas críticas ao seu trabalho?Acho que, no caso dele, não são apenas críticas, mas mal-entendidos. O Jorge foi um escritor engajado e comprometido com a causa socialista. Quando ele saiu do Partido Comunista, ele foi criticado. Quando exercia plenamente seu papel social, também. Ele é um autor que gera controvérsias. Mas isso é bom, a ponto de gerar tanto estudo em torno de sua obra.
Enviado por Leticia Rio Branco
Foto: Marcos Serra Lima
-
O filho de Jorge Amado feliz da vida
em Parati
João Jorge Amado saiu do almoço de boas-vindas muito satisfeito. E foi logo bater perna pela cidade com sua esposa, Rízia Vaz. Sobre as honras ao pai na festa literária, ele mostra ansiedade:
“Estou doido para ver essa homenagem, porque até agora não vi nada”. Ele disse ainda que o fato de seu pai , Jorge Amado, ser o autor prestigiado deste ano não é o único motivo para que ele esteja aqui.
“Vim também por mim mesmo, conhecer essa bela cidade me dá uma imensa alegria”.
Ele ainda contou ao EGO qual livro do Jorge Amado prefere.
“O que me marcou mais foi o Capitão de Longo Curso, porque é um elogio à liberdade de sonhar, mais forte que a projeção da realidade e isso me tocou muito”.
Enviado por Adriana Sampaio
foto: Marcos Serra Lima
-
Flipinha, a verve infantil da Flip
Não são apenas os leitores adultos que podem apreciar a Flip. Os pequenos têm à sua disposição a Flipinha, um evento que acontece paralelamente à Festa Internacional Literária de Parati e que pretende aproximar as crianças da cidade histórica ao lúdico universo da leitura.
Na principal praça do local, a da Matriz, personagens de fábulas foram montados em tamanho gigante. Todos feitos de papel machê. Pode-se trocar uma idéia com Branca de Neve e os sete anões. Ou quem sabe dar uma bronca no malvado lobo da história da ingênua Chapeuzinho Vermelho?

Neste exato momento, uma gincana muito educativa promovida pelas escolas agita o local. A molecada tem que correr contra o tempo para encontrar nomes dos personagens masculinos de Jorge Amado e títulos dos livros. A equipe que conseguir mais, ganha a competição.
Adélia Prado, Ferreira Gullar e o britânico Benjamin Zephaniah, que participam da programação na Tenda dos Autores, estão entre os autores convidados para participar da Ciranda de Autores e Ilustradores da Flipinha. Da safra nacional, a escritora Heloisa Prieto, o autor e ilustrador Rui de Oliveira e o contador de histórias Emmanuel Marinho foram convocados.
E tem mais: espetáculos teatrais e musicais sobre a obra do escritor Jorge Amado, o homenageado desta edição, foram produzidos pelas crianças locais. O resultado poderá ser visto na Tenda Azul, onde haverá mais de vinte apresentações.
Enviado por Adriana Sampaio e Leticia Rio Branco Fotos: Marcos Serra Lima
-
João Jorge Amado já está em ParatiO filho de Jorge Amado, João Jorge Amado, está em Parati. Ele chegou com sua mulher, Rízia Vaz, e foi direto para o almoço com menu baiano, na pousada da Marquesa.
Além dele, Myriam Fraga, diretora da fundação Jorge Amado, Jorge De La Serra, presidente da TIM com a esposa Bebel Alves de Lima e Ali Smith também estão no brunch de boas-vindas. Jorge veio no lugar de sua mãe, Zélia Gattai, que está indisposta e não irá poder vir à FLIP.
enviado por Adriana Sampaio